Fala, pessoal! Tudo bem com vocês? Hoje trago uma notícia um tanto quanto “triste”, mas muito necessária para quem acompanha o TecnoUp. Depois de 3 meses usando o Galaxy Z Fold 5 como meu celular principal — com todos os meus apps de banco, cartões e rotina de trabalho — chegou a hora de fazer a devolução para a Samsung.
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Recado: Antes de mais nada, quero agradecer imenso à Samsung pela oportunidade de testar esse dobrável incrível. Eu estava muito ansioso para ter essa experiência, mas, apesar de ser um aparelho excelente, descobri que ele não é o celular ideal para o meu perfil. Abaixo, listo os 4 motivos principais que me levaram a essa conclusão.

Tópicos abordados:
1. O peso no dia a dia
Eu gosto de celulares grandes, e eles naturalmente são mais pesados. O Z Fold 5 pesa 253g. Para comparar, o S23 Ultra pesa cerca de 234g e o iPhone 15 Pro Max, 221g. Pode parecer pouco no papel, mas no bolso e no uso prolongado, esse “trambolho” acaba incomodando quem busca um pouco mais de ergonomia.
2. A tela aberta é pouco utilizada
No começo, achei que usaria muito o modo multitarefa e a tela expandida. No entanto, percebi que, no meu dia a dia, acabava usando o celular fechado na maior parte do tempo.
Abria a tela apenas para ver vídeos no sofá ou fazer alguma edição rápida no Canva. Como uso muito o PC para trabalhar, tarefas pesadas acabam ficando para o monitor e teclado. Para o meu uso, o modo Dex em um celular tradicional talvez fizesse mais sentido do que ter uma tela dobrável.
3. O formato “Estreito e Grosso”
Quando fechado, o Z Fold 5 parece dois celulares empilhados, o que o torna grosso e, ao mesmo tempo, muito estreito.
- Dificuldade na digitação: As teclas ficam muito juntas na tela externa, o que me fez trocar o teclado da Samsung pelo Gboard para tentar mitigar o problema.
- Problemas no WhatsApp: Notei uma dificuldade constante em gravar áudios; o botão parecia “soltar” sozinho, talvez pelo formato comprimido da tela.
Recentemente, tive contato com o Pixel Fold da Google e achei a proposta de tela externa mais larga e baixa muito mais interessante para a digitação do que o formato “espichado” da Samsung.
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4. O custo-benefício (Preço elevado)
Não dá para ignorar: os dobráveis ainda são os celulares mais caros do mercado, girando em torno de R$ 8.000 a R$ 11.000.
Pelo meu trabalho de criador de conteúdo, filmagem e produtividade, hoje o S23 Ultra faria muito mais sentido. Ele entrega câmeras superiores (essenciais para os meus vídeos), uma tela grande de excelente qualidade e custa significativamente menos.
Quer ver o Z Fold 5 em ação?
Apesar de não ser o meu escolhido, o aparelho é uma máquina de produtividade. Confira no vídeo abaixo tudo o que você consegue fazer com ele no modo multitarefa:
Conclusão: Qual o celular ideal?
O Galaxy Z Fold 5 é um avanço tecnológico fantástico, mas me mostrou que, para o meu tipo de uso — focado em produção de vídeo e uso rápido de redes sociais — um topo de linha tradicional ainda leva a melhor.
E você? Já teve a experiência de usar um dobrável? Acha que o formato da tela externa te incomodaria ou você prefere essa versatilidade? Deixe seu comentário!
